segunda-feira, 18 de novembro de 2013

7 lições do bambu, Japão zen

1° lição: Se curva mas não quebra

Umas das principais lições do bambu é em relação à humildade. Mesmo com a mais suave brisa é impressionante notar como os troncos dos bambus balançam. Mesmo estando fortemente enraizado, o bambu se deixa levar pelo movimento do vento, nos mostrando que mesmo com sua fundação sólida, ele é leve e flexível.
Ao se mover com o vento e não lutando contra ele, o bambu nos ensina que a vida flui bem melhor quando levamos a vida com mais tolerância e leveza e pra isso é preciso termos humildade, seja para reconhecer um erro, voltar atrás e pedir desculpas, ou para sermos mais flexíveis e menos duros em relação à vida, à nossa família, às demais pessoas que nos rodeiam e inclusive em relação à nós mesmos.
Isso ocorre graças às suas raízes profundas, que levam anos para serem formadas até que o bambu comece a dar o ar da sua graça. E depois que ele cresce é muito difícil arrancá-lo do chão, pois o que ele tem para cima, ele tem para baixo. Isso também se aplica à nossa vida, pois quando criamos raízes sólidas, menos chance teremos de nos desvirtuarmos dos nossos objetivos e das nossas metas.

2° lição: A fragilidade é somente aparente


O bambu mesmo não sendo frondoso e nem alcançando alturas memoráveis como outras árvores que existem por aí, se mostra forte em relação às condições climatéricas extremas, nos provando que sua fragilidade é somente aparente. É surpreendente notar como ele suporta bravamente invernos e verões extremos e como ainda conseguem se manter em pé, mesmo após um tufão devastador.
Portanto, por mais que você se sinta fragilizado, desanimado e para baixo, não deixe de acreditar na força que existe dentro de você e nem se subestime, achando-se inferior aos outros. Se você acreditar em si e continuar em pé como o bambu, perceberá o quão forte é a sua capacidade de não se deixar derrotar.

3° lição: Vive sempre em comunidade


Os bambus estão sempre unidos uns aos outros e essa lição pode ser aplicada em nossa vida: Ninguém pode ser feliz sozinho e as pessoas precisam uma das outras para se sentirem completas. É preciso aprendermos a cultivar o espírito de grupo e ajudarmos uns aos outros, pois quando as forças se unem, fica bem mais fácil atravessar os obstáculos e adversidades que a vida nos impõe.
Infelizmente nos dias atuais, as pessoas no geral estão se tornando mais individualistas e se distanciando umas das outras. Essa busca incessante pelo isolamento nos faz pensar sobre os valores da amizade e da solidariedade e a lição que o bambu passa é de que sozinhos não somos nada, mas se temos amigos por perto, deixaremos de ser apenas uma gota de água na imensidão do oceano.

4° lição: Não se deixar derrotar pelas adversidades


Durante o inverno rigoroso, os bambus chegar a de curvar de tanta neve sobre eles, porém mesmo ficando por tanto tempo envergado, assim que a neve cai ou derrete, o bambu volta ao seu lugar como se nada tivesse acontecido. Como algo que é oco por dentro e aparentemente tão leve, consegue aguentar um fardo tão pesado e ao se livrar dele, voltar majestosamente à sua posição vertical, sem sequelas?
A razão é que o bambu tem por todo seu tronco algo parecido com nós e são eles que dão ao bambu a força e a resistência para suportar todas as suas adversidades. Em nossa vida, os nós podem estar representados através das pessoas que amamos e que estão sempre junto de nós para nos ajudar a enfrentar as dificuldades da vida.

5° lição: Busca a sabedoria no vazio


O interior oco do bambu nos lembra que muitas vezes, enchemos nossos pensamentos com nossas próprias conclusões preconcebidas e com isso não deixamos espaço para mais nada. Não se pode encher um copo se ele já está cheio. Para receber conhecimento, temos que estar abertos à tudo que é novo e diferente.
Portanto, devemos esvaziar nossa mente de tudo que não irá acrescentar nada em nossas vidas e que somente nos faz perder nosso tempo. Quando esvaziamos a mente, retirando todos os preconceitos, orgulhos e medos, nos tornamos mais abertos às possibilidades e às oportunidades de aprender cada vez mais.

6° lição: Cresce sempre e sempre para o alto


O bambu é uma das plantas que mais crescem no mundo, e o melhor – Só crescem para o alto. Pense que assim como o bambu, você também tem um potencial incrível para crescer. Devemos sempre olhar para o alto e seguir adiante com nossas experiências. O céu deve ser nosso limite, assim como o bambu.
Na vida precisamos ter metas e evoluir sempre, mesmo que não se perceba o próprio progresso. O bambu cresce mais rápido em torno da estação chuvosa. Às vezes, podemos também ter “estações” onde crescemos mais e outras “estações”, que crescemos menos. No entanto, é importante que o crescimento seja contínuo.

7° lição: Procura buscar a simplicidade


O bambu tem galhos pequenos e ele nos ensina que não devemos perder tempo criando galhos enormes. Esses galhos seriam as coisas materiais e inúteis, nas quais muitas vezes nos apegamos desnecessariamente, se esquecendo que desta vida, nada disso se leva, a não ser a experiência e a sabedoria que adquirimos ao longo da vida.
Isso significa que não devemos perder tempo com coisas que não nos levarão a lugar nenhum. Ao invés disso, devemos focar em nossas metas e buscar na simplicidade um degrau para a nossa subida. Não será tomando o espaço do outro com seus galhos ou então usá-los para demonstrar “soberba” e “arrogância” que nos trará felicidade.
Às vezes, gastamos muito do nosso tempo tentando mostrar que somos isso ou aquilo, talvez para convencer os outros – e a nós mesmos – que somos dignos de atenção e elogios. Nem nos damos conta que a simplicidade também pode impressionar as pessoas. Que sejamos como o bambu: Simples e útil.

Imigração japonesa no Brasil

História sobre a Imigração Japonesa no Brasil
História sobre a Imigração Japonesa no Brasil
A Imigracão japonesa no Brasil começou no início do século XX, através de um acordo entre o governo japonês e brasileiro. O Japão vivia uma crise demográfica, enquanto que o Brasil necessitava de mão de obra para a lavoura de café. A população japonesa no Brasil está estimada em 1 milhão e quinhentas mil pessoas, sendo considerada a maior população nipônica fora do Japão.

Do total,12% são nascidos no Japão (issei) e o restante dividido entre nissei (filhos de japoneses), sansei (netos), yonsei (bisnetos) e assim por diante. O termo nikkei é o mais adequado para se denominar os descendentes de japoneses.

A Chegada dos japoneses no Brasil


Em 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru aporta no Brasil,no Porto de Santos.Trazia mais de 160 famílias que vinham trabalhar nos cafezais paulistas. Cerca de 90% dos imigrantes japoneses tinham pretensão de enriquecer no Brasil e retornar ao Japão, um sonho que se mostrou praticamente impossível de se alcançar. A adaptação foi bastante sofrida entre os imigrantes, devido à cultura, hábitos alimentares, religião, roupas, clima e paisagens completamente diferentes.
Com o fim da I Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes japoneses no Brasil, cresceu muito. O governo japonês incentivava a ida de japoneses para o Brasil, visto que o campo e as cidades japonesas estavam super lotados, causando pobreza e desemprego e o governo queria expansão da etnia japonesa para outros lugares do mundo e que a cultura japonesa se enraizasse nas Américas, a começar pelo Brasil.

A adaptação dos japoneses em terras brasileiras


Os imigrantes japoneses e seus filhos nascidos no Brasil, permaneceram fechados dentro da comunidade durante algumas décadas. No campo ou até mesmo em São Paulo, eles se agrupavam em bairros como a Liberdade, onde formavam colônias, que recriavam o ambiente que deixaram no Japão.
Porém a situação passou a mudar à partir da da terceira geração nascida no Brasil. Os netos de japoneses não se sentiam japoneses, pois eram criados dentro da cultura do Brasil e desejavam pertencer definitivamente ao Brasil.
O casamento fora da colônia japonesa também tornou-se um fenômeno comum à partir da década de 1970. Atualmente cerca de 30% dos nipo-brasileiros são frutos de um relacionamento entre um japonês e um não japonês.

Dekasseguis no Japão

A partir da segunda metade da década de 80, a história se inverteu e descendentes até a terceira geração ou conjuges de japoneses ou pessoas com ascendência japonesa passaram a ir ao Japão em busca de melhores oportunidades de renda.
A inversão do fluxo migratório, se deu por causa da crise no Brasil (alta inflação e instabilidade política). Isso levou a população a procurar melhores alternativas de renda em diversos países. No caso de descendentes de japoneses, o Japão.
Fonte de Pesquisa: Wikipédia